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Tá vendo esse cara aí? Diz a revista "Time" que é um dos cem homens mais influentes do mundo. Seu nome é Mike Griffin, engenheiro aeroespacial que atualmente ocupa o cargo de administrador da Nasa. Isso mesmo, é o manda-chuva da agência espacial americana, o homem com a difícil tarefa de mudar o perfil da agência na difícil transição entre a era dos ônibus espaciais e a volta à exploração com cápsulas, à la Apollo.Atualizado em -
A Lunar Reconnaissance Orbiter deve partir no segundo semestre de 2008, numa curta viagem até a órbita de nosso satélite natural. Lá, a espaçonave passará um bom tempo fazendo os mapas mais precisos já produzidos da superfície lunar. É um esforço para retomar a exploração tripulada da Lua, por volta de 2020 (se os próximos presidentes dos EUA assim permitirem!).Atualizado em -
O primeiro brasileiro a ir ao espaço era um piloto de caça da Força Aérea que treinou durante oito anos na Nasa, se preparando para as emergências mais perigosas e para as tarefas mais delicadas em microgravidade.Atualizado em -
A BBC revelou, em reportagem, que um brasileiro já comprou sua passagem para voar a bordo da SpaceShipTwo, nave espacial comercial desenvolvida para a empresa britânica Virgin Galactic.Atualizado em -

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Não que o conto dele que foi parar na coletânea, intitulado "O Imortal", seja um exemplo primoroso de ficção científica. Na verdade, apenas um tênue elemento de realidade (a poção indígena que transforma o pai do narrador num imortal não é apresentada como uma fórmula mágica, mas como uma peça de sabedoria que um dia, quiçá, a ciência poderá explicar) eleva-o do status de mera fantasia ao nível da ficção científica clássica. Ainda assim, a presença de Machado de Assis numa coletânea desse naipe faz muito para promover esse pouco reconhecido gênero literário.Atualizado em -

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A Deep Impact veio, viu e venceu -- literalmente. Escalada pela Nasa para acompanhar o impacto de um projétil contra o cometa Tempel 1, ela fez direitinho seu papel, em 4 de julho de 2005. Missão cumprida, restou a pergunta: o que fazer com uma espaçonave perfeitamente funcional, depois que ela atinge seu objetivo?
"Nossa melhor chance de detectar um planeta novo é o sistema GJ436", disse Drake Deming, do Centro Goddard de Vôo Espacial, da Nasa, ao Mensageiro Sideral. "Essa estrela anã M tem um planeta do tamanho de Netuno que faz trânsitos, e há sugestões de que tenha planetas como a Terra também. Como a estrela é pequena, um trânsito de um planeta do tamanho da Terra produzirá um sinal perceptível -- que devemos ver depois que eles tiverem os dados completamente calibrados e analisados."Atualizado em -
Quem não se encantou com as espetaculares imagens enviadas pela sonda Galileo, em Júpiter? E o que não dizer das sensacionais descobertas feitas pela Cassini em Saturno? Pois é. Essas duas missões destinadas aos dois maiores planetas do Sistema Solar tiveram, de fato, um custo gigante: foram projetos bilionários, que se estendiam por uma década.
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